A tragédia que chocou a Tailândia nesta sexta-feira, 7, após um estudante do 9º ano, de cerca de 14 anos, invadir a escola onde estudava e deixar um rastro de violência no distrito de Bang Kruai, na província de Nonthaburi, nos arredores de Bangcoc, começou antes mesmo de o jovem chegar à instituição de ensino.
A princípio, a Polícia Nacional informou que oito pessoas foram mortas (os dois avós do suspeito, em casa, e depois três professores e três alunos na escola). A informação foi revisada e o suspeito teria matado sete pessoas no total: primeiro, os dois avós, usando a pistola do avô, em casa; em seguida, ele teria assassinado cinco funcionários da escola.
O massacre terminou com o atirador tirando a própria vida, segundo revelaram as autoridades policiais locais. As informações são do jornal britânico The Guardian.
O comandante da polícia provincial de Nonthaburi, tenente-coronel Dechrapee Kongdee, informou que o jovem efetuou 26 disparos durante o ataque à escola. Peritos que atuam na cena do crime encontraram outras 34 munições intactas que não chegaram a ser utilizadas pelo agressor, evidenciando o potencial destrutivo da investida antes do suicídio do atirador.
O Ministério da Saúde da Tailândia informou que 30 pessoas feridas haviam sido encaminhadas e recebiam atendimento emergencial em seis hospitais da região.
O quadro de saúde de parte das vítimas inspira cuidados intensivos, demandando a mobilização de equipes médicas de alta complexidade na província.
Entre os sobreviventes hospitalizados, nove estão em estado crítico e classificados na categoria vermelha, de gravidade máxima. Outros quatro feridos necessitam de atendimento urgente, enquadrados na categoria amarela, enquanto nove apresentam lesões leves.
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