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O Maringá Futebol Clube ganhou voz ativa na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O presidente da SAF, João Vitor Mazzer, foi eleito representante dos 20 clubes da Série C no Conselho Nacional. A vitória foi apertada, por 11 votos a 9, mas colocou o time paranaense no centro das decisões.
Em entrevista ao podcast Ponto a Ponto, do Maringá Post, Mazzer analisou o peso dessa cadeira. Para ele, a escolha é um reconhecimento da gestão austera do clube. “O mercado vê o Maringá como um time que não faz loucura financeira e tem coerência nas decisões”, afirmou.
O dirigente defende que a atuação no conselho exige maturidade. “Ao mesmo tempo que você é rival dos outros clubes no campo, você é sócio deles na mesa de negociação. Temos que pensar coletivamente pelo bem da liga”, explica.
Mudanças à vista
Mazzer avalia com otimismo a nova gestão da CBF. Ele destaca a coragem da entidade em promover mudanças rápidas no calendário e nos formatos de disputa. “A indústria do futebol é muito valiosa e não tem que ter medo de mudança”, defende.
Ele detalhou o futuro da Série C. A competição deve crescer para 28 clubes até 2028. O formato deixará de ser turno único na primeira fase. A proposta é dividir os times em dois grupos de 14, definidos pelo ranking da CBF, com jogos de ida e volta. “Isso traz equidade e justiça financeira para os clubes”, avalia.
Sobre a Copa do Brasil de 2026, Mazzer vê com bons olhos a ampliação. O torneio terá mais fases, o que permite aos times menores jogarem mais vezes e arrecadarem mais. “O futebol é esporte, mas é feito de dinheiro. A nova gestão está sendo assertiva em buscar recursos para abastecer as divisões de acesso”, conclui.
A entrevista completa, com a análise detalhada sobre o impacto dessas mudanças no caixa do Maringá FC, está disponível no YouTube.
Serviço
Assista a entrevista no canal do Maringá Post no YouTube.
Onde ouvir: Disponível também no Spotify.
Produção de áudio e vídeo: VMark Estúdio
Apresentação: Ronaldo Nezo





