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Empresa de Joinville deve vencer licitação para construção dos dois novos PAMs de Maringá

Maringá Post
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Construtora Embracol, de Santa Catarina, apresentou as propostas de menor valor, se comprometendo a realizar as duas intervenções por cerca de R$ 10 milhões. Município realiza análise documental antes de proceder para as assinaturas. Obras deverão ser entregues em até 300 dias.

Uma construtora de Joinville, Santa Catarina, deverá ser declarada a vencedora da licitação para a construção das duas novas unidades do Pronto Atendimento Municipal (PAMs) de Maringá, unidades de saúde que serão construídas nas zonas Leste e Oeste da cidade. A sessão pública de abertura das propostas ocorreu na última quarta-feira (3).

A Embracol foi a empresa que apresentou as propostas de menor valor, se comprometendo a realizar as duas obras por R$ 10 milhões, conforme documentos anexados nesta segunda-feira (8) no Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Serão R$ 4,8 milhões cobrados para a construção do PAM Zona Leste e R$ 5,2 milhões para o PAM Zona Oeste.

Inicialmente, o município estava disposto a investir até R$ 13 milhões nos dois projetos, sendo R$ 6 milhões para o PAM Zona Leste e R$ 7 milhões para o Zona Oeste. O Executivo ainda aguarda a análise documental da empresa antes de proceder para as assinaturas dos contratos. Com as ordens de serviço assinadas, começará a correr o prazo de entrega das duas intervenções, que será de 300 dias.

O PAM Zona Leste será construído na rua Henoch Vieira de Quenta, no loteamento Bom Jardim. Já o Zona Oeste ficará localizado na rua Bem-Te-Vi, no Jardim Everest. Ambas as intervenções ficarão instaladas em terrenos de 12 mil m² e 10 mil m², respectivamente, com os contratos prevendo até 900m² de intervenção e área construída.

Com projetos doados pelo Governo do Paraná, as obras terão parte custeadas pelo Estado e outra parte com recursos próprios, conforme descrito no edital, disponível no Portal da Transparência. Serão R$ 14 milhões do Governo Estadual destinados para esta finalidade. A entrega dos recursos foi anunciada em janeiro e ‘substitui’ a construção das novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), anunciadas pelo prefeito Silvio Barros (PP) ainda na campanha eleitoral.

Conforme a Prefeitura anunciou na época, a escolha pelo projeto do Governo do Paraná mantém a capacidade de atendimentos, assim como de uma UPA, mas dá celeridade na construção e liberação dos recursos.