LÉO JUNIOR NOTÍCIAS

ULTIMAS NOTÍCIAS

05:09 AM
Redes:

Seja bem vindo ao nosso Portal de Notícias. Anúncie sua empresa ou seu negócio aqui conosco e veja sua empresa decolar.

Nosso Contato:

Seja bem vindo ao nosso Portal de Notícias. Anúncie sua empresa ou seu negócio aqui conosco e veja sua empresa decolar.

Nosso Contato:

LÉO JUNIOR NOTÍCIASBlogCIDADEDia do Documentário Brasileiro: Maringá Post homenageia documentaristas maringaenses

Dia do Documentário Brasileiro: Maringá Post homenageia documentaristas maringaenses


Tempo de leitura: 2 min

 

No dia 07 de agosto, comemora-se o Dia Nacional do Documentário Brasileiro. A data celebra o trabalho de documentaristas, roteiristas, produtores e diretores que atuam para conscientizar, ensinar ou emocionar através dos filmes documentais.

Documentário no Brasil

Cabra marcado para morrer. Foto: reprodução

Registros estimam que o primeiro registro cinematográfico e documental do Brasil é a filmagem da entrada da Baía de Guanabara, feita em 1898 pelo ítalo-brasileiro Afonso Segreto a bordo do navio Brésil.

De lá para cá, outros filmes marcaram a história e identidade brasileira. Entre eles, Ilha das Flores, Cabra Marcado Para Morrer, Edifício Master e Jogo de Cena.

 

Documentário em Maringá

Foto: bastidores do Beleza Maravilha

A Cidade Canção produziu diversos documentários na última década, entre eles, “Paixão Esquecida: a história do futebol profissional de Maringá” e “Se meu carro falasse: a história de colecionadores de veículos clássicos”, produzidos pelo Maringá Histórica e “O que se compra, o que se vive – Narrativa das Feiras de Maringá”, lançado recentemente pela produção de Melissa Sperandio.

 

Processos dos documentaristas 

Para falar sobre a produção documental na cidade, o Maringá Post conversou com dois cineastas que trabalham com a área em Maringá. 

TH Fernandes é diretor e documentarista, e já dirigiu filmes como Saruê da Operária, filme sobre a lenda urbana em Maringá e Artistas da Tela, documentário sobre o cinema de rua e artistas que desenvolviam os cartazes.

Durante a entrevista, TH definiu o documentário como uma produção que compartilha o olhar do diretor. O documentarista afirma que sua parte favorita de dirigir filmes documentais é as surpresas que os processos possuem. Segundo ele, por mais que a equipe faça muitas pesquisas, a produção descobre muita coisa ao entrar em campo e conversar com os entrevistados.

Já João Gabriel Kowalski é diretor e lançou neste ano sua primeira produção documental, A Holandesinha. O longa acompanha a primeira direção de filme de Luiza Godoi, diretora com Síndrome de Down que vive o sonho de ser cineasta.

Kowalski afirma que produzir documentário é um grande desafio, porque a produção muitas vezes surpreende e toma rumos diferentes do planejado. Além disso, ele conta que realizar o filme com Luiza foi uma experiência intensa, em que ambos compartilhavam o interesse e amor pelo cinema.

 

Por fim, João destaca que o documentário pode transformar a vida de pessoas – tanto de quem foi tema do filme, quanto àqueles que se permitem impactar com a história.



Source link

Tags:
Compartilhe:

Posts Relacionados