O empresário de 40 anos esfaqueado na noite de terça-feira, 4, em Maringá, permanece internado em estado gravíssimo no Hospital Universitário (HU) da cidade. A Polícia Civil atualizou as informações sobre o caso e confirmou que a vítima sofreu dois golpes de faca na região do tórax, que atingiram áreas consideradas de risco.
Segundo o delegado responsável pela investigação, Adriano Garcia, as equipes seguem realizando diligências para esclarecer a dinâmica da tentativa de homicídio e identificar o autor do crime. De acordo com o delegado, uma das principais linhas de investigação aponta que a agressão pode ter começado após um acidente de trânsito. A vítima teria relatado a uma testemunha, já no prédio onde mora, que havia se envolvido em uma ocorrência de trânsito antes de ser atacada.
“Nós identificamos a testemunha com quem a pessoa conversou quando chegou ao prédio. Ele fala com essa testemunha que se envolve em um acidente de trânsito”, explicou o delegado Adriano Garcia.
Ainda conforme o responsável pelo caso, a Polícia Civil pretende ouvir outras testemunhas e não descarta novas medidas durante a investigação, incluindo a quebra de sigilos telefônicos, caso seja necessário. “Vamos ouvir as testemunhas e não descartamos quebra de sigilo telefônico. A partir daí vamos traçar todo o perfil deste crime”, afirmou Garcia.
Mesmo ferido, o empresário conseguiu dirigir até o condomínio onde mora, localizado na Avenida Tamandaré, na região central de Maringá. Ao chegar ao local, ele pediu ajuda aos moradores, que acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A vítima recebeu os primeiros atendimentos ainda no prédio e foi encaminhada em estado grave ao Hospital Universitário, onde permanece internada. A atualização mais recente aponta que o quadro clínico continua sendo considerado gravíssimo.
A Polícia Civil segue reunindo imagens de câmeras de segurança, ouvindo testemunhas e realizando outras diligências para identificar o responsável pelo ataque e confirmar todas as circunstâncias do crime. Até o momento, ninguém foi preso.
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