DESTAQUES DO DIA

mulher teria comprado comprimidos com receita médica

99061336bdec6d17b519ff24456738e8

Foto: Reprodução/TV Globo.

A suspeita de matar o empresário e namorado Luiz Marcelo Antônio Ormond envenenado com um brigadeirão, manipulado com comprimidos de Dimorf (medicamento à base de morfina), teria comprado o remédio com receita médica.

A informação foi dada por um funcionário de uma farmácia em depoimento à polícia nessa segunda-feira, 3.

Júlia Andrade Carthemol teria comprado o remédio no dia 6 de maio. A polícia suspeita que o homem tenha morrido no dia 17 do último mês, no entanto, o corpo só foi encontrado três dias depois, após vizinhos acionarem os bombeiros, incomodados com o cheiro do cadáver.

Remédio colocado no brigadeirão

No depoimento, o funcionário afirmou que viu Júlia sair de um carro alto, prata, pelo banco do carona, antes da compra. Na delegacia, os representantes da farmácia apresentaram um documento interno que comprova o pagamento de R$ 158 pelo medicamento.

Eles prometeram levar a receita à delegacia em uma próxima oportunidade.

Segundo a polícia, a suspeita é que Júlia comprou o remédio controlado para colocar no brigadeirão dado à vítima antes da sua morte.

Também nessa segunda, 3, um homem que se diz atual namorado de Júlia também esteve na 25ª DP (Engenho de Dentro), no entanto, ele não falou com a imprensa.

Dois dias após o corpo do empresário ser encontrado em um apartamento em Engenho Novo, na Zona Norte do Rio de Janeiro no último dia 20 de maio, a mulher chegou a prestar depoimento para a Polícia Civil. No entanto, ela foi liberada por falta de provas e segue foragida.

Até o momento, a polícia não tem pistas do paradeiro da suspeita.

Monitoramento

A Polícia Civil do Rio de Janeiro tenta rastrear as movimentações financeiras de Júlia Andrade Cathermol, para detectar uma possível apropriação de bens e dinheiro da vítima por parte da psicóloga.

Segundo o delegado do caso, Marco Buss, alguns pertences de Luiz Marcelo Antônio Ormond já foram recuperados pela Polícia, como o carro do empresário. De acordo com o investigador, ela também se apropriou de bens e de quantias em dinheiro da vítima.

Leia a matéria completa no Metrópoles.