PARANÁ

Enfermeira morta por PM em Curitiba recebe homenagens; ela trabalhava em três hospitais

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Curitiba e Região ( SINDESC) lamentou com profundo pesar a morte da Técnica de Enfermagem, Franciele Cordeiro, 28, assassinada pelo ex- companheiro, na noite de terça (13). “O SINDESC reafirma o repúdio contra toda e qualquer violência, intolerância e preconceito, em especial contra as mulheres. Nossa categoria é composta em sua maioria por mulheres, sendo vítimas de violências, abusos e mortes constantes. Precisamos combater esta realidade que assombra diariamente a vida das mulheres de todo nosso Brasil. Nossos sinceros sentimentos aos familiares da Franciele, mais uma vez lamentamos a perda desta profissional da enfermagem”, diz a nota, publicada nas redes sociais. Franciele, formada pela PUCPR trabalhava em três locais como enfermeira: na Santa Casa, como prestadora de serviço da Prefeitura de Curitiba, na Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesas) e no Complexo Médico Penal, em Curitiba. Nas redes sociais, amigos e familiares também prestaram homenagens a Franciele.

A Unidade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (UNIICA) também emitiu nota de pesar pelo falecimento de Franciele Cordeiro e Silva, que trabalhava na entidade como técnica de enfermagem: “Aos familiares e amigos, prestamos nossas profundas condolências e orações oferecendo, pela nossa Fé, o conforto espiritual neste momento. Franciele trabalhava como Técnica de Enfermagem na UNIICA 1, atuando ativamente no cuidado individual, sempre com empatia e profissionalismo em prol dos enfermos e assumindo a missão de cuidar de vidas e desenvolver pessoas.Sua memória ficará para sempre em nossos corações. Nossos sinceros sentimentos”