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Acusado de assassinar bailarina Magó vai a júri popular; crime ocorreu em janeiro de 2020

Flávio Campana, acusado de matar a bailarina maringaense Maria Glória Poltronieri Borges, Magó, em janeiro de 2020, irá a júri popular, segundo decisão da Justiça do Paraná, proferida pela juíza da comarca de Mandaguari.

Campana, que está preso desde fevereiro de 2020, é acusado pelos crimes de estupro, feminicídio e ocultação de cadáver.

A juíza ainda decidiu pela manutenção da prisão preventiva de Flávio Campana.

Desde junho de 2021 a Justiça têm ouvido testemunhas para decidir se o acusado de assassinar Magó iria a júri popular. Ao todo, foram ouvidas 51 pessoas, entre testemunhas de acusação e defesa.

O CRIME
Magó foi encontrada morta no dia 26 de janeiro de 2020, em uma área de mata a cerca de 10 metros de uma trilha nas proximidades da cachoeira que fica na chácara. A bailarina apresentava sinais de violência sexual.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) comprovou que a jovem foi abusada sexualmente e morta por por asfixia – causada por estrangulamento. Ela também estava com vários ferimentos pelo corpo, o que aponta que lutou contra o agressor.

3 ANOS SEM MAGÓ

Em janeiro deste ano, um ato organizado pela família da bailarina, amigos e organizações sociais relembrou a memória de Magó, além de clamar por justiça, já que o assassino ainda aguarda o julgamento.